Eco Prata Entretenimento

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Divulgadora e Produtora Cultural do Blog É TEMPO DE NOVAS ESCRITAS...

quinta-feira, 6 de março de 2014

Ser Mulher

E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Gênesis 1:27

SER MULHER
Por Graciano Caseiro

Mulher que pensa, sabe o que quer e age com o coração,
Não age pela emoção e vence sempre pelo amor.
Que vive uma vida voltada para a família,
Sendo a diferença no Lar em que vive.

Realizando milhões de emoções num só dia
e transmite a todos, cada uma delas num único olhar,
Que cobra a todos e de si a perfeição
Buscando a alegria de fazer daqueles a quem ama,
Um ser mais feliz... Atitude de ser mulher.


Que hospeda um ser que vai dar a luz,
E no ventre vive o seu futuro, dá à luz
E diante da beleza dos filhos que gera,
Cultiva ser mulher e ser mãe.

Que demonstra liberdade ao dar asas,
Ensina a voar, educando com carinho e amor,
Mas que não quer ver partir o ser que de si nasceu,
Como os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.

Que se enfeita toda e perfuma o corpo,
E ainda que seu amor nem perceba tais detalhes,
Que como mulher se transforma em luz e sorriso
Que sente na alma, só pra ninguém notar.

E ainda tem que ser forte para dar os ombros
pra quem neles precise chorar,
É Deus iluminando esse ser mulher,
Feliz de mim, como homem que por um dia souber,
entender a Alma da Mulher Rita Caseiro.


Observação: HOMENAGEM A MULHER RITA CASEIRO.

BIÓLOGO DA SERRA

Biólogo é uma pessoa que não come
Não cheira, tem olfato aguçado,
Busca não tocar, sim tatear
Biólogo tenta não respirar, quebra carboidratos.

Biólogo não tem depressão, tem coerência,
Não admira a natureza, analisa o ecossistema
Biólogo só sabe dar elogio quando quer,
Pois descreve o processar do ambiente.

Biólogo tenta não ter reflexos,
Tem mensagem neura transmitido involuntário,
Biólogo não facilita discussões,
Catalisa substratos de uma transição.


Biólogo não chora, produzem secreções lacrimais,
Ele se apaixona pelas evoluções, sofrendo reações químicas,
Diferencia não fazer mudanças, processa com sucesso à reprodução,

Biólogo não deixa herdeiros ricos, pois seu valor é por peso vivo.

Observação: HOMENAGEM AO BIÓLOGO MAURO PEREIRA.

Por Graciano Caseiro

quarta-feira, 5 de março de 2014

A AGRONOMA E OS AGRICULTORES

Terra sem limite,
Uma nova aventura da terra,
Desenvolvimento com tecnologia,
Sustentabilidade de forma natural.

Terra do novo sertão
Reassentamento e reflorestamento,
Para o campo e em prol da cidade.

Uma Naturalidade da nova terra,
Gerando do produto sua renda,
Soluções da roça e dos agricultores.


Novas tentativas, terra fértil,
Meio Ambiente sem veneno,
Biodiversidade da serra do Rio da Prata.

Um novo desafio da produção orgânica,
Planeta Terra com variedades,
Com responsabilidades para o campo em prol da cidade.


Por Graciano Caseiro

NÃO SABIA QUE ERA FELIZ

Na sanfona, o cantador que faz tocar
A melodia que vive a música,
Que ainda revive em meu olhar
Vivo as lembranças buscando a minha criação.

Vida na roça, cultivando os frutos,
Alegrando com brincadeiras e muita emoção
Namorando na mata virgem
E Conquistando o coração dela.


Tomando cuidado ao receber o visitante,
E pra não despertar suspeitas
Oferece o café da roça
E o pai dela não cometer besteira
Pra não Tirar a vida de um pobre peão.

À noite aquele forró no luar
Muito bate-coxa e a festa dos cavalheiros,

E ai que fica bão ate o amanhecer
Como eu era feliz e não sabia...

Por Graciano Caseiro

VERSO QUE ARRASTA SINGELO

Por Graciano Caseiro

Sou filho de campo grande,
E das mata, o pássaro canta
Trabalho na roça, divulgando o produtor,
E o Agricultor Orgânico do Rio da Prata.

De inverno a minha choupana é tapada de barro
E o chão de terra e mato misturado com palha.

Sou poeta das matas, de algum lugar,
Que vive vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à procura da moda.

Não tenho sabedoria, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome para assinar.

Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre,
E o filho do pobre não pode estudar.

Meu verso arrasta singelo e sem graça,
Não entra na praça, no vasto campo grande,
Meu verso só entra no campo da roça e dos entornos,
E às vezes, recordando feliz mocidade,
Canto uma saudade que mora em meu peito.