Na sanfona, o cantador que
faz tocar
A melodia que vive a música,
A melodia que vive a música,
Que ainda revive em meu
olhar
Vivo as lembranças buscando a minha criação.
Vivo as lembranças buscando a minha criação.
Vida na roça, cultivando os frutos,
Alegrando com
brincadeiras e muita emoção
Namorando na mata virgem
Namorando na mata virgem
E Conquistando o coração
dela.
Tomando cuidado ao receber o visitante,
E pra não despertar
suspeitas
Oferece o café da roça
E o pai dela não cometer besteira
Pra não Tirar a vida de um pobre peão.
E o pai dela não cometer besteira
Pra não Tirar a vida de um pobre peão.
À noite aquele forró no luar
Muito bate-coxa e a festa
dos cavalheiros,
E ai que fica bão ate o
amanhecer
Como eu era feliz e não sabia...
Como eu era feliz e não sabia...
Por Graciano Caseiro

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